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quarta-feira, 27 de maio de 2009

No Age @ SP

No Age foi uma das bandas mais barulhentas e legais que eu vi no Primavera Sound ano passado. (Perdeu de barulhenta para o Health, claro).

Sábado, dia 06 eles tocam no Clash, na Popload Gig, junto com Matt&Kim e The View.



Clash Club
www.clashclub.com.br
Início dos shows no dia 06 de Junho: 20h30
Início dos shows no dia 07 de Junho: 21h00
Valor dos ingressos: R$ 30,00– ingressos promocionais (não cumulativo), somente os 100 primeiros
R$ 40,00 ingressos promocionais (não cumulativo) antecipados até o dia 05 de Junho de 2009
R$ 50,00 (meia-entrada), R$ 100,00 (inteira) – ingressos vendidos na hora.

Pontos de venda:
American Apparel Rua Oscar Freire, 433 – Jardins – São Paulo - SP

Japonique Rua Girassol, 175 – Vila Madalena

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Funhell- Coachella

Eba. 4a feira eu toco na Funhell.
Meu set vai ser Coachella inspired. (Tipo, relativamente. Não dá pra tocar Morrisey e Antony & the Johnsons. Ou dá, aí a gente faz uma pista emo.)
Mais da festa no blog da Funhell.

quinta-feira, 5 de março de 2009

42 days and counting

Dizem por aí que daqui a pouco o Coachella vai anunciar novidades no seu line up, que já não tava fraco.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Música do dia

Eu lembro quando eu era pequena e já tinha uma mini-camisa do Palmeiras que todo domingo que a gente voltava do interior (na Caravan bege do meu pai), a gente vinha ouvindo jogo de futebol no rádio. A familía inteira odiava (incluindo o papagaio), menos eu. E o que eu mais gostava era quando tocava aquela música "é goooool, que felicidade....". Eis que um boleiro amigo me conta que essa música é um sambinha do Trio Esperança, gravado em 1974 e que fala de um gol do Flamengo. Desde então, não consigo parar de ouvir.

Hoje vai em homenagem ao 100% de aproveitamento do Palmeiras e ao gol do Robinho no jogo Brasil x Itália.




A melhor parte é:

Atenção( thururu thururu thuthu)
Preparou (thururu thururu thuthu)
Correu (thururu thururu thuthu)
E chutou

É goooooool.....

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

where will we be

Little Joy tocou Kinks em POA e ontem no Clash


A mesma "This Time Tomorrow" linda que ficou matadora nessa cena

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Epilepsy is Dancing

Eu odiei a 1a cena. Mas o vídeo novo do Antony & the Johnsons que foi lançado hoje  faz uma crise de epilepsia se transformar em um sonho do tipo Sonho de Uma Noite de Verão, com elfos e fadas semi nuas pintadas de flores. 
A direção delicada é dos  irmãos Wachowski, que dirigiram Matrix e Speed Racer e escreveram vários roteiros.
A música, a voz do Antony e a letra também ajudam a perdoar o começo.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

A kiss with a fist is better than none

Florence and the Machine é apostinha básica de todas as listas de promessas para 2009. Nem gosto do vídeo. Mas adoro essa música. É só ouvir de olho fechado.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Sábado

Eu não faço resoluções de ano novo. Mas tento usar lições de vida de um ano pra outro. A principal desse ano é:

"não comprar ingressos pra grandes shows com antencedência levada pela histeria coletiva"

Eu não quero mais ir na Madonna. Quero ir ver Stephanie Toth, Homiepie e Holger.

Eu sei que não se compara melancia com abacaxi, mas eu só fico olhando os cartazes.

domingo, 14 de dezembro de 2008

womanizerss

Todo mundo quis fazer a Britney essa semana.

Lily Allen





Ladyhawke@ Radio 1


Na vida eu sou mais Ladyhawke. Mas a cover da Lily ficou mais bacana.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Over and Over

As 2 músicas que eu mais ouvi nas últimas semanas, sem parar nem enjoar.

- Lykke Li, de quem cada dia eu gosto mais- de tudo que ela faz, desde o vídeo com Bon Iver, a cover de Cape Cod Kwassa Kwassa, o coque no cabelo e as roupitchas- cantando a minha música preferida de 2007, Knocked Up do Kings of Leon.



- Os white rappers do The Streets, com a música do ultimo album deles que tem a letra mais legal.
"I want to go to heaven for the weather, but hell for the company"


Para Download- mp3 (tocado na BBC): Lykke Li- Knocked Up (Kings of Leon)

domingo, 23 de novembro de 2008

Why you gotta be mean?

Adivinha o que é melhor:

* Um show do Black Lips - os caras que põe fogo na guitarra entre outras coisas lights e tocam uns dos punk rocks mais legais de hoje- no Noise Festival, num espaço quase vazio, que dava pra dançar, circular e filmar na buena. Com direito a auto-cuspes do guitarrista, choques do microfone que fizeram com eles tivessem que colocar uma meia nele, baterista em transe total e banda saindo do palco reclamando porque queria tocar mais...
Tirou a botina e mandou uma meia- anti-choque no mic
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OOOU
Um show surpresa repentino no domingo a noite no minúsculo Astronete, com a galera se debatendo mega apertada, eu sendo pisoteada e tomando cotovelada e o Black Lips no seu melhor habitat natural? (Apesar que eles estavam bem controlados perto do histórico)

Pode escolher. Oh Katrina nas 2 situações:

Noise, sábado:


Astronete, domingo:

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Beach House

A música e o vídeo que escolhi pro meu feriado em SP é a nova Used to Be, da dupla Beach House.
Pra tentar me convencer que não importa onde a gente esteja, se na praia, no deserto da Califórnia ou do lado da Marginal Pinheiros, desde que o dia seja ensolarado. (Aham).


terça-feira, 11 de novembro de 2008

Michael Stipe na Galere

Já que fez tanto sucesso no YouTube, meu vídeo do Michael Stipe indo pra galereee. E mais um de Losing my Religion.


Boemia Paulista ou Será que pode escrever de samba aqui?

Eu assumo: tenho uma quedinha por Ronda, desde pequena. Não sei se porque é a música preferida do meu pai ou se porque é um símbolo da boemia paulista ou porque é piegas e só. De qualquer forma, me faz lembrar uma São Paulo de sinucas, sambas, botecos e amores não correspondidos. O lance da prostituta querer matar o cara dá esse “que” dramático que eu adoro e tem tudo a ver com São Paulo. E acho que nos diferencia um pouco daquela coisa praia e malandragem do Rio de Janeiro. Como se a nossa boemia fosse mais rock´n´roll.

Eis que domingo à tarde, me ligam dizendo que estava rolando num boteco minúsculo uma roda de samba com ninguém mais ninguém menos do que Paulo Vanzolini, o autor de Ronda (e de Praça Clóvis, e Volta por cima, entre outras) e figurinha carimbada do samba paulista.

Obviamente, eu fui lá dar um abraço nele. O boteco era uma coisa de louco. Meio caindo aos pedaços, com uns cartazes na porta, sem nome, em pleno Cambuci. O dono é o Seu Zé, um português que cuida de tudo junto com a irmã dele, a Maria. Os freqüentadores (uma dúzia de pessoas) foram um espetáculo a parte: tinha um cara de pijama (juro), outro cara com uma havaiana de cada cor e casais de velhinhos dançando coladinho.

E o Paulo Vanzolini é um velhinho de 84 anos que toma cerveja como se tivesse 18. Falamos para ele que Ronda é a melhor música do mundo. Ele riu e cantou, apesar de renegar a música e falar sempre que Ronda foi uma besteira que ele fez quando tinha 21 anos.

Fato é que ele mesmo diz que a música meio tem vida própria hoje. Segundo umas pesquisas x, ela é uma das músicas mais pedidas nas noites paulistanas (?). E claro que o bar inteirinho cantou junto. Não vou colocar um videozinho de Ronda aqui não. Quem não sabe que música é essa, ou não nasceu no Brasil ou nunca cantou num karaokê.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Sweet Sensation

7 estudantes de high school receberam câmeras digitais para filmar um show do Sonic Youth em uma noite de verão, 4 de julho de 2006, em Reno.

Eles são parte do projeto Moonshine que tem como foco desenvolver uma nova geração de cineastas.

O resultado é Sleeping Nights Awake, que passou domingo a noite no Cinesesc.

O mais bacana do documentário além da cara de caseiro e da fotografia P&B, é que ele mescla uma visão ingênua adolescente com a performance rock n' roll do Sonic Youth.

São meninos de 16 anos segurando câmeras que tremem o tempo todo. A conversa deles com a banda vai para caminhos que talvez não iria se os entrevistadores fossem outros.

Eles falam dos filhos, high school, pizza, chocolate.
Kim Gordon conta sobre sua dificuldade de cantar algumas músicas e sobre a banda não usar drogas nem beber.
Thurston Moore faz piada sobre os colegas e pergunta sobre as bandas do colégio.

E as cenas de palco são 10 músicas de arrepiar (Incinerate, Cool Thing, 100%...) com closes lindos na performace punk de sempre do Sonic Youth. Guitarras gritando e Kim Gordon musa dançando loucamente.
Os meninos do Moonshine conseguiram mostrar de um jeito honesto e simples uma das poucas bandas que está envelhecendo sem negar isso. E continuando incríveis.

domingo, 9 de novembro de 2008

The Shots I Drank


Em homenagem a um fim de semana intenso, um vídeo live de The Shots I Drank, uma das músicas que eu mais tenho ouvido ultimamente.


O cara é Jordan Geiger, vocalista do Minus Story, que lançou esse projeto solo, The Hospital Ships
O nome é inspirado na linda “The Abandoned Hospital Ship" do Flaming Lips
O álbum do Hospital Ships que acabou de sair chama Oh, Ramona.
Das que eu ouvi, minha preferida é essa, que já tem esse remix ótimo do SayMyName.


terça-feira, 4 de novembro de 2008

Vídeo Novo do KoL

Acabou de sair as 15h de hoje o vídeo da linda de morrer Use Somebody. Segundo vídeo do album novo Only for the Night (que vale outro post).
Caleb Followill disse que Use Somebody é sobre a solidão dele nas tours mundo a fora.

Quem me conhece sabe que minha adoração pelo Kings of Leon vai além do senso crítico. E do bom senso. Então não vou me dar ao trabalho de questionar "Caleb Followill tem solidão como, Santo Deus??", nem de analisar muito o vídeo. Até porque só consegui perceber um pouquinho de Egotrip, e umas cenas áreas que me lembram algum clip do Guns n' Roses. Mas pra mim tá tudo certo.


Kings of Leon - Use Somebody

domingo, 2 de novembro de 2008

Panamá y MGMT

* Como o Fê já bem disse no post anterior, o Panamá não é um país de grande riqueza musical. Os únicos shows não- latinos que vão acontecer lá esse ano são Duran Duran e Maroon 5, em Novembro. E eles estão felizes com isso.

* E adivinha qual a primeira música que eu ouvi no carro de um panamense lá?
Essa mesmo aí de baixo.
Dos mesmos caras que estão em um matéria na Rolling Stone Latina desse mês.
E que saíram com o hino do Verão na matéria sobre o melhor dos festivais europeus de 2008 na NME. E no resto do mundo a gente sabe como eles estão...

* Pra mim, os hits ótimos somados a esse sucesso cria uma expectativa que deixa qualquer um mais pré-disposto a gostar do show.
Porque não venha me falar que os solos de guitarra psicodélicos e os momentos instrospectivos que acontecem em todos os shows do MGMT são legais que nãaao dá pra concordar.
Mas como já dizia alguém inteligente, gosto não se discute.
E Ok, no Tim eu delirei mais uma vez com Kids.

sábado, 25 de outubro de 2008

Tim festival e as encoxadas

* Primeira conclusão da semana: é maldade fazerem um Tim Festival (mesmo que miado) na mesma semana da Mostra de Cinema. Mas é mais maldade ainda fazerem os 2 na semana que mais trabalhei no ano.
* O festival pode estar sendo micado, mas os defeitos - já  comentados por Deus e o mundo- e qualidades são exatamente os opostos do ano passado. Bacana uma tenda menor, sem faltar nada básico (aka ÁGUA) e sem empurra-empurra. Vamos ver hoje, sabadão.
* Eu decidi que também posso ter uma banda. É só chamar o Har Mar Superstar pra fazer participações nos shows que pelo menos fica divertido. Não que o Neon Neon seja ruim. Mas foi o fofo que causou a comoção maior no show deles, e fez uma graça extra encoxando os Klaxons.
Vídeo roubado da Flávia Durante
Minha memória é péssima, e eu confundo pessoas e situações, mas na hora tive um Deja-Vu. E eis que lembrei que o Har Mar protagonizou a mesma encoxada no show doido do Black Lips no Coachella 08. Ele nasceu pra isso.
Encoxada no Black Lips no Coachella
* Nem acho que 2006 parece o século passado. E nem ligo que Klaxons só tem um CD. Talvez esse show não tenho sido tão enérgico quanto o que eu vi em 2007, mas foi divertido e ninguém parou de dançar no show todo. Tudo bem que é The Flash, só durou 1 horinha. Mas a gente já sabia que eles só tinham um CD né?
Vídeo do Lucio Ribeiro

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Banjo or Freak Out

Passei algumas semanas ouvindo sem parar as covers meigas do Kooks e Kate Perry para MGMT.

E nos últimos dias, meu estado de espírito mudou radicalmente e passei a ouvir outras covers, de um outro extremo do mundo.

As covers "do mal" do Banjo or Freak Out para Cape Code Kwassa Kwassa do Vampire Weekends e All I Need, do Radiohead, deixam as versões originais quase irreconhecíveis.

E “do mal” porque elas são sombrias, assim como as músicas próprias do Banjo. Algumas dão até um medinho. Mas são emotivas também, como Mr. No. Não é um som pra qualquer um, ou pra ouvir em qualquer situação.

E ainda não dá pra saber se o cara só vai se repetir ou se vai produzir coisas interessantes.

Mas a história que ele conta no myspace dele é legal. Banjo, que chama Alessio, enquanto esperava a namorada voltar do trabalho em uma noite em Londres, não queria conversar com ninguém que estava por perto e começou a brincar com um programa de som do computador dela. Daí nasceu o Banjo or Freak Out.

Ó. Pra quem reclama que mulher demora pra se arrumar.

Ele conta outras coisas  e tem várias covers no blog dele

Cover de Cap Code Kwassa Kwassa- download.